sexta-feira, 16 de outubro de 2009

OFICINA!!! ROTEIRO DE LEITURA

Roteiro de Leitura: uma proposta para sistematizar trabalho com a leitura literária na escola Elaine Maritza.- Oficina realizada em 08.10.2009, na EscLista com marcadoresola Gusmão Algumas ideias importantes: Para formar leitores é necessário:

  • Criar ambiente leitor: mostrar que os livros são importantes.
  • Elaborar projeto de leitura.
  • Incluir-se nos projetos realizando as leituras e as atividades junto com os alunos.
  • Propor atividade lúdicas sempre, não importa a série ou a idade dos alunos;
  • O professor deve usar a biblioteca como leitor. O aluno deve perceber que o professor é leitor, além de ser professor. Ele é exemplo.
  • É importante ligar a leitura literária ao prazer.
  • Promover a troca de experiência de leitura, estimular a criação literária/ artística a partir das leituras, promover a participação da comunidade na leitura. O ROTEIRO DE LEITURA AUXILIANDO NA FORMAÇÃO DE LEITORES O roteiro é uma forma de organizar o trabalho com o livro e de demonstrar aos alunos que todas as atividades propostas foram planejadas, pensadas e organizadas. É importante que o professor tenha alguma forma de registrar o seu trabalho. Registro é muito importante. O roteiro é uma forma de registro. O roteiro valoriza a indicação do livro. UMA PROPOSTA DE ROTEIRO MOTIVAÇÃO: Momento de despertar o desejo de ler. Propor atividade que motive o aluno para a leitura e conduzam para o livro. Ele precisa “querer” ler o livro. LEITURA; pode ser compartilhada, individual... mas é fundamental que o professor se inclua, mesmo depois de ter lido o livro. EXPLORAÇÃO DO TEXTO: O professor pensa nas possibilidades que o texto tem, deve propor atividades que enriqueçam e aprofundem a leitura dos alunos. EXTRAPOLAÇÃO: Após a leitura e a realização das atividades de exploração do texto, o professor propõe atividade(s) em que o leitor torna-se autor. É o momento da produção do aluno. Ele escreve. APROVEITEM A DICA!!!! Ela é simples e dá certo.

AVALIAÇÃO DO GESTAR II Penso que um bom professor deve estar sempre em formação, pois em todos os momentos somos seres aprendentes e novas circunstâncias e desafios nos cercam constantemente. Este é o segundo ano em que leciono Língua Portuguesa e muitas dúvidas me cercam. Apesar da boa faculdade, a prática é muito diferente e desafiadora. É através do estudo que adquirimos conhecimento, mas é através da prática que aprendemos realmente. E o GESTAR II está sendo assim: um bom momento de aprendizagem. Aprendizagens boas, gostosas, prazerosas. O material do curso, nossos Cadernos de Teoria e Prática, são de ótima qualidade e apresentam textos para estudos, atividades interessantes e alargam ainda nossos horizontes, pois trazem sugestões de filmes, de outras leituras, de obras literárias, de obras de artes, de teatros etc, que tornam o trabalho mais efetivo e eficiente. Nossos encontros são sempre momentos de aprendizagem. Nossa professora formadora, Luciane Hoefel, está sempre organizada e com a pauta do dia planejada. Ela sempre nos deixa muito à vontade, é nossa colega. Ensina-nos, mas também aprende conosco. Suas aulas são sempre criativas. Luciane não se prende apenas nos Tps. Apresenta-nos outras leituras, traz vídeos, enfim, ela diversifica bastante nossa tarde. E elas são totalmente proveitosas. Além disso tudo, ainda acompanha nossos blogs, incentiva-nos sempre com elogios e está sempre conectada conosco, através de nossos emails, lembrando-nos dos encontros, das nossas combinações, enviando-nos leituras, falando sobre nosso projeto de leitura. Haja fôlego! Nosso grupo é formado por colegas interessadas. Todas buscam a formação adequada para auxiliar na construção do conhecimento do nosso aluno, no desenvolver das competências e habilidades que eles têm, mas que podem ainda aperfeiçoar. Todos são participativos e cada um, do seu jeitinho, vai trocando, opinando, aprendendo. E, ainda, quero deixar registrado que foi devido a intervenção da professora Luciane e também por conta de nossa participação no Gestar II que fomos contempladas, Eudair e eu, no Leituração e, pela primeira vez teremos um autor presente nas nossas escolas. Agradecemos por isso. Para mim, estes são momentos preciosos de aprendizagem e eu me sinto muito bem.

Texto Argumentativo

ENCONTRO DO DIA 15.10.2009: O TEXTO ARGUMENTATIVO Neste encontro teve presente: a profe. Luciane, gentilmente, nos presenteou com uma linda caneta para marcar textos. E com um lanchinho maravilhoso. Fofa ela! É o dia do professor e iniciamos o trabalha assistindo a uma apresentação de slides sobre o ato de EDUCAR - texto de Rubem Alves. Muito legal e com imagens lindas. Neste texto é evidente que o autor idolatra o professor e enfoca o lado da criança. E trouxe uma ideia que foi marcante para mim: APRENDEMOS PALAVRAS PARA MELHORAR OS OLHOS. Precisamos educar o nosso olhar para aprender a ver o que não está visível ou enxergar o que é visível ,mas com um olhar diferente, que pode fazer a diferença. Seguindo, lemos a crônica de Moacyr Scliar – Dia do Professor- Zero Hora, 13.10.2009.- Neste texto Scliar exalta o professor e escreve em defesa dele. Conversamos sobre os dois textos – as ideias do Rubens e do Scliar. Seguindo, passamos ao estudo do TP6(p. 15 até 50) em que pudemos observar a construção da argumentação nos textos publicitários, nas tirinhas de humor. Luciane nos propôs a leitura de algumas propagandas de revistas para identificarmos os argumentos utilizados para a persuasão do leitor. O TP informa alguns conceitos como: Tese: ideia principal para a qual um texto pretende a adesão do leitor/ouvinte: é o objetivo de convencimento do leitor/ouvinte. Argumentos: são os motivos, as razões utilizadas para convencer o leitor da validade da tese. Existem uma variedade de argumentos, que são:
Argumentos baseados no senso comum, ou no consenso, são verdades aceitas culturalmente, sem necessidade de comprovação. Argumentos baseados em provas concretas trazem para o texto informações que resultam de pesquisa, estatística e similares. Argumentação por ilustração mostra uma situação genérica e apresenta, como comprovação, uma singularização dessa situação. Argumentação por exemplo usa um exemplo ou um caso específico, para, em seguida, generalizar e extrair uma conclusão geral. Argumento de autoridade recorre a fontes de informação renomadas, como autores, livros, revistas especializadas, para demonstrar a veracidade da tese. Argumento por raciocínio lógico são argumentos que resultam de relações lógicas. Os mais comuns são os de causa e consequência e os de condição.(p.40 TP6). Após este estudo iniciou-se uma conversa sobre o trabalho com a gramática textual: como trabalhá-la de forma lúdica, prazerosa? Como fazer o aluno se interessar e aprender? Os professores precisam melhorar a prática para que os alunos aprendam e saiam-se bem nas seleções para o ensino médio. Ficamos de marcar um encontro para discutirmos mais sobre esse assunto e para trocarmos experiências. E no próximo encontro continuaremos falando sobre a argumentação.

RELATANDO UMA EXPERIÊNCIA

RELATÓRIO DE APLICAÇÃO DA AULA 8 – O ENLACE DE IDEIAS – UNIDADE 19 – COESÃO TEXTUAL Apliquei a atividade na 7S1. Para iniciar, escrevi na lousa a atividade da página 71 – PARTE A – AAA5 – Versão do aluno. Os alunos copiaram, curiosos. Solicitei que respondessem de forma simples e objetiva. Assim o fizeram. Após certificar-me de que todos haviam respondido, pedi que alguém lesse as suas respostas. Mais três alunos pediram para ler também. Ouvimos. Seguindo, pedi que acompanhassem a minha leitura(leitura dos itens da PARTE B) observando suas respostas conforme a numeração. Acharam engraçado. Então, passei os itens da parte B(página 72 – AAA5 – Versão aluno) no quadro e eles copiaram no caderno. Dei um tempo da aula para que lessem suas respostas um para o outro. Foi um momento divertido. Passada a motivação, lancei a proposta da produção textual: deveriam escrever a história do “Enlace Matrimonial” relacionando cada resposta dada na parte A com os itens da parte B . Poderiam usar a expressão sugerida como título ou poderiam escolher outro que lhes parecesse mais oportuno. Quando os alunos julgaram que estavam prontos mostravam-me e eu realizava uma leitura ajudando-os em algumas situações. Depois, passaram a limpo. Questionei se haviam gostado de produzir um texto engraçado a partir de algumas questões simples. Eles acharam interessante e alegaram que puderam usar a criatividade. Agora, observarei mais detalhadamente os textos no que diz respeito aos elementos coesivos utilizados pelos alunos. Pretendo, ao entregar o texto a eles, realizar um trabalho de observação coletiva (talvez escolha excertos dos textos deles para analisarmos os elementos coesivos e sua função) para identificarmos as palavras que permitem a coesão textual.

REVISÃO... REESCRITA TEXTUAL

Neste dia conversamos sobre a possibilidade de nossos encontros acontecerem nas quintas-feiras e não aos sábados devido à necessidade de recuperação das aulas. Luciane nos solicitou uma avaliação dos nossos encontros que poderia ser escrita ou oral. Eu me prontifiquei e a farei para o dia 15.10. No próximo instante realizamos as apresentações dos trabalhos que aplicamos com nossos alunos sobre Coesão Textual. Eu apliquei a atividade 8 da Unidade 19 da página 71 do AAA5 – Versão do Aluno. O relatório posto a seguir. Passamos, então, ao TP6 – lemos o texto “Os indígenas: testemunhos da mãe terra” - de Leonardo Boff – e as informações sobre este. Tratamos, a partir desta leitura, sobre a questão da revisão e conversamos sobre o retorno que os professores costumam dar aos alunos sobre suas produções textuais. E, assim, lemos as páginas 129 e 130 do TP6. Aprendemos mais sobre a questão da reescrita de textos na escola com a leitura e levantamento das ideias relevantes do texto O significado da reescrita de textos na escola: a (re)construção do sujeito-autor - de Elizabeth Dias da Costa Wallace Menegolo e Leandro Wallace Menegolo. A seguir Luciane nos entregou uma planilha, baseada nos estudos de Eva Groupe e de Ana Dilma de Almeida Pereira sobre como avaliar as produções textuais observando o texto em seu conjunto (situação, tipo de escrita, efeito almejado, relevância da informação, tipo de texto, vocabulário, modo de organização, sistema e valores dos tempos verbais,suporte, tipografia, organização da página),as relações entre as frases(função de orientação do leitor, coerência temática, coerência semântica, articulação entre as frases, coesão sintática e temporal, concordância dos tempos e dos modos, a segmentação pertinente e a pontuação) e a construções frasais(marcas de enunciação, o léxico, a sintaxe das frases, a morfologia verbal, a ortografia, pontuação e o uso das maiúsculas) sob os pontos de vista pragmático, semântico, morfossintático e aspectos materiais. Também nos disponibilizou uma sugestão de revisão de textos. Nossa colega Claudia Coradim também fez um relato de sua prática sobre como trabalha com a correção dos textos de seus alunos e nos disponibilizou uma amostra das orientações que usa. E foi isso... Bem proveitoso!

ESTOU DE VOLTA!!!!

Depois de algum tempo sem alimentar este blog(por problemas de força maior) estou de volta! Postarei a seguir leituras bem interessantes! Vamos lá?