No encontro do dia 26.11.2009, nossa professora formadora Luciane iniciou o encontro passando o vídeo “Assalto linguístico”. Uma peça teatral bem interessante e divertida sobre os deslizes que cometemos ao fazer uso da linguagem oral. Muito interessante.segunda-feira, 30 de novembro de 2009
FRASE, PERÍODO, ORAÇÃO, SABERES E PRÁTICAS
No encontro do dia 26.11.2009, nossa professora formadora Luciane iniciou o encontro passando o vídeo “Assalto linguístico”. Uma peça teatral bem interessante e divertida sobre os deslizes que cometemos ao fazer uso da linguagem oral. Muito interessante.domingo, 22 de novembro de 2009
ENCONTRO DIA 19.11.2009
Ao sinal do orientador da oficina, cada participante começa a pintar livremente no papel a sua frente,;Através desta atividade trabalha-se:
O DIA D: AUTOR CAIO RITER NA NOSSA ESCOLA!!!!!
Alunas auxiliando na organização do espaço e "Debaixo de mau tempo" em maquete(5S1)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
VARIANTES LINGUÍSTICA DA LÍNGUA
Penso que a diferença é muito sutil. E, mesmo depois da leitura, não mudei a minha forma de pensar, pois entendi que estou no caminho certo. A profe. Luciane nos mostrou o filme VIDA MARIA e falamos sobre o que poderíamos trabalhar a partir deste filme: os simbolismos(janela, caderno), o trabalho, o tempo, o sertão, a repetição da história através das gerações, a mágoa, a água, as questões sócio-cultural, a trilha sonora, trabalho infantil, etc. Sabe-se que a língua apresenta variações, conforme os grupos que a usem. Há os dialetos, que são as regularidades, os recursos normais que cada uma das variantes da língua usada por determinado grupo apresentam. Os principais DIALETOS são etário(da criança, do jovem e do adulto) regional ou geográfico sociocultural ( culto e popular) gênero(masculino e feminino) profissional Nenhum dialeto é melhor do que outro. Cada um cumpre suas funções comunicativas. Cada uso individual e momentâneo da língua constitui o que chamamos de REGISTRO. É a variante escolhida por cada sujeito em cada ato específico de comunicação, segundo o contexto. Os registros são basicamente dois: informal formal Os registros podem apresentar-se tanto na forma oral como na forma escrita da língua. NA LÍNGUA FALADA: ORATÓRIO( elaborado, intrincado, enfeitado.Apropriado para situações muito formais. Usado por advogados, oradores religiosos,políticos. Na nossa literatura, um exemplo: Os sermões de Padre Antônio Vieira) FORMAL(DEBILIBERATIVO)(vocabulário mais rico;usada quando se fala a grupos grandes ou médios. Conferências científicas são exemplos desse nível de formalidade) COLOQUIAL( aparece no diálogo entre duas pessoas, apresenta construções gramaticais soltas, frases curtas e simples; palavras de uso mais frequente) COLOQUIAL DISTENSO( indica relacionamento próprio de um grupo fechado; uso frequente de gíria; não apresenta cuidado com a pronúncia. Exemplo: conversa entre amigos, colegas de trabalho) FAMILIAR(particular, pessoal, usado na vida privada. Há muitos elementos da linguagem afetiva com função emotiva) NA LÍNGUA ESCRITA: HIPERFORMAL(o equivalente escrito do oratório. O soneto, seria um exemplo. Alguns autores como Machado de Assis e José de Alencar apresentam este nível de formalismo) FORMAL( características semelhantes ao deliberativo.; linguagem na variedade culta e padrão, no estilo escrito. Jornais, revistas bem elaboradas e correspondências oficiais se enquadram nesse nível) SEMIFORMAL( corresponde na escrita ao coloquial, com um pouco mais de formalidade. Cartas comerciais e de recomendação, declarações, relatórios e projetos são exemplos) INFORMAL(correspondência entre membros de uma família ou amigos íntimos; uso de formas abreviadas, ortografia simplificada, construções simples, sentenças fragmentadas) PESSOAL(são asnotas para o nosso uso próprio: o recado anotado ao telefone, um bilhete para alguém de casa, lista de compras, etc) O registro coloquial é o centro do sistema linguístico e seu uso nas atividades de ensino/aprendizagem da língua materna é de grande importância. A seguir, assistimos ao filme “LÍNGUA – VIDAS EM PORTUGUES” de Victor Lopes, com relatos sobre a língua com pessoas de GOA, MOÇAMBIQUE, PORTUGAL E BRASIL e observamos a tipologia dos registros em seus discursos. Como tarefa recebemos um questionário sobre a Unidade 1- Variantes Linguísticas: dialetos e registros - que responderemos e traremos para a próxima aula para discutirmos.
O PONTO DE VISTA
A ARGUMENTAÇÃO E A INTERTEXTUALIDADE
- alusão(aproveitamento de um dado de um determinado texto, sem maiores explicitações. A alusão não indica a fonte, é um dado mais vago, portanto, o conhecimento do interlocutor é fundamental para percebê-la) .
- referência(lembrança de uma passagem ou de um personagem de um texto)
- epígrafe(texto curto transcrito no início de outro texto, para indicar que o pensamento desenvolvido neste último tem a ver com o outro, justifica-se a a partir do outro.
- citação( apresenta um trecho, um dado da obra. O segundo texto procura deixar claro o texto original. Usada sempre que queremos comprovar ou reprovar determinada ideia)
- pastiche( aproveita ou os recursos, o clima ou determinados recursos de outra obra.. são exemplos de pastiche o humor-pastelão de “Os Trapalhões”, “Os Três Patetas” e “O Gordo e o Magro, que são comédias de ação e riso fácil)
- paródia(neste processo, o texto original perde sua ideia básica, seu fio condutor. A narrativa é invertida ou subvertida. Frequentemente, a paródia é crítica e questionadora)
- paráfrase(retomada de um texto sem mudar o seu fio condutor, a sua lógica. A ideia original é conservada) Após conversarmos sobre os processos intertextuais, assistimos a alguns vídeos breves (A corrida dos espermatozóides e Vida Maria) em que analisamos as possibilidades de intertextualidade e os argumentos neles observados. Estudamos um pouco sobre a intertextualidade: diálogo entre textos(pág.98-99- AAA1 – Versão do Aluno) através dos textos “Terezinha de Jesus”- Veríssimo de Melo ( a cantiga de roda, lembra?) e da letra de música, composta por Chico Buarque, cujo título e “Terezinha”. Também assistimos ao episódio dos trapalhões que é uma paródia desta música de Chico Buarque. E por falar em paródia, na página 104 do AAA1(aluno), Guilherme Mansur, poeta entre outras habilidades, você encontra o texto “Branca de Neve”. É um exemplo divertido de paródia. No final de nosso encontro, a profe Luciane, apresentou outros textos como “A Verdade” e, no Power Point, um texto sobre a Argumentação.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
OFICINA!!! ROTEIRO DE LEITURA
Roteiro de Leitura: uma proposta para sistematizar trabalho com a leitura literária na escola
Elaine Maritza.-
Oficina realizada em 08.10.2009, na Esc
ola Gusmão
Algumas ideias importantes:
Para formar leitores é necessário:
- Criar ambiente leitor: mostrar que os livros são importantes.
- Elaborar projeto de leitura.
- Incluir-se nos projetos realizando as leituras e as atividades junto com os alunos.
- Propor atividade lúdicas sempre, não importa a série ou a idade dos alunos;
- O professor deve usar a biblioteca como leitor. O aluno deve perceber que o professor é leitor, além de ser professor. Ele é exemplo.
- É importante ligar a leitura literária ao prazer.
- Promover a troca de experiência de leitura, estimular a criação literária/ artística a partir das leituras, promover a participação da comunidade na leitura. O ROTEIRO DE LEITURA AUXILIANDO NA FORMAÇÃO DE LEITORES O roteiro é uma forma de organizar o trabalho com o livro e de demonstrar aos alunos que todas as atividades propostas foram planejadas, pensadas e organizadas. É importante que o professor tenha alguma forma de registrar o seu trabalho. Registro é muito importante. O roteiro é uma forma de registro. O roteiro valoriza a indicação do livro. UMA PROPOSTA DE ROTEIRO MOTIVAÇÃO: Momento de despertar o desejo de ler. Propor atividade que motive o aluno para a leitura e conduzam para o livro. Ele precisa “querer” ler o livro. LEITURA; pode ser compartilhada, individual... mas é fundamental que o professor se inclua, mesmo depois de ter lido o livro. EXPLORAÇÃO DO TEXTO: O professor pensa nas possibilidades que o texto tem, deve propor atividades que enriqueçam e aprofundem a leitura dos alunos. EXTRAPOLAÇÃO: Após a leitura e a realização das atividades de exploração do texto, o professor propõe atividade(s) em que o leitor torna-se autor. É o momento da produção do aluno. Ele escreve. APROVEITEM A DICA!!!! Ela é simples e dá certo.
Texto Argumentativo




