segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O PONTO DE VISTA

ENCONTRO DO DIA 29.10.09 Neste encontro a profe. Luciane começou questionando o que nos lembrava o número 666. Algumas respostas surgiram: é o número da besta e alguns comentários sobre isso foram feitos. A colega Simoni lembrou do poema de Mário Quintana “ Seiscentos e sessenta e seis”. Então fomos lê-lo. Disponibilizo-o: A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são 6 horas: há tempo... Quando se vê, já é 6ª feira... Quando se vê, passaram 60 anos... Agora, é tarde demais para ser reprovado... E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade, eu nem olhava o relógio seguia sempre, sempre em frente... E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútl das horas. Lindo não??? Mas como, no nosso tempo, deixar o tempo de lado? Seguindo, a profe. Luciana solicitou que escrevêssemos o que faríamos no tempo que uma semana tem. Eu preferi que este tempo fosse assim: Viajaria para a serra com meus filhos, passearia muito, faria compras, iria ao cinema. Ao voltar arrumaria os meus armários, dispensando o dispensável para recomeçar tudo novamente. E você o que faria? Veja abaixo uma propaganda da revista “Época”, criada pela agência W/Brasil, na qual o publicitário imagina o ponto de vista que vários seres teriam sobre o significado de uma semana: Para o preso, menos 7 dias Para um doente, mais 7 dias Para os felizes, 7 motivos Para os tristes 7 remédios Para os ricos, 7 jantares Para os pobres, 7 fomes Para a esperança, 7 novas manhãs Para a insônia, 7 longas noites Para os sozinhos, 7 chances Para os ausente, 7 culpas Para um cachorro, 49 dias Para uma mosca, 7 gerações Para os empresários, 25% do mês Para os economistas, 0,019 do ano Para o pessimista, 7 riscos Para o otimista, 7 oportunidades Para a Terra, 7 voltas Para o pescador, 7 partidas Para cumprir o prazo, pouco Para criar o mundo, o suficiente Para uma gripe, a cura Para uma rosa, a morte Para a História, nada Para a Época, tudo. (AAA1 – Aluno, p.118) É, tudo depende do ponto de vista. Então assistimos ao filme: PONTO DE VISTA. É bem interessante. Vale a pena assistir. É um filme em que cada personagem apresenta o fato ocorrido(o assassinato do presidente dos EUA) sob a sua visão, sob o seu ponto de vista. Depois, conversamos sobre cada ponto de vista. Conforme nosso TP1 o ponto de vista é definido por um olhar peculiar. É o lugar ou o ângulo de onde cada interlocutor participa do processo de interação. Ele não revela simplesmente as posições do locutor: pode ser usado para criar posições e emoções no interlocutor. O ponto de vista tem dois sentido: um concreto e um abstrato. No sentido concreto, ele indica o lugar real, físico, de onde você vê alguma coisa, que também ocupa um lugar. Já no sentido abstrato, a visão que você tem de qualquer pessoa ou acontecimento, em decorrência de sua história, de suas experiências ao longo da vida, de seus valores, pode ser totalmente diferente da de outra pessoa, que tem forçosamente outra história.(pgs.145,146 e 152). Neste dia tivemos tema: Ler alguns textos para conceituar e diferenciar ponto de vista e foco narrativo.

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